Terça-Feira, 16 de outubro de 2018


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Educação

Mulheres educadoras se unem para criar ensino inovador

Modelo de educação visa ir além do tradicional. Ideia é trazer para o País ideias praticadas em países que são referências mundiais em educação, como Finlândia e Singapura.


10/10/2018 10h15 - Atualizado em 10/10/2018 10h46


Quando as pedagogas Tayana Oliveira e Thais Almeida se uniram para pensar no projeto de uma nova escola decidiram que seus alunos deveriam ser capazes de solucionar problemas, quaisquer que sejam. As metodologias de aprendizado ativas, que colocam o aluno como protagonista de seu aprendizado, além de uma relação mais próxima, personalizada e criativa no cotidiano, tornaram-se base para a criação de um espaço que ensina com o olhar voltado para o futuro. 

A ideia é trazer para o Brasil ideias praticadas em países que são referências mundiais em educação, como Finlândia e Singapura, e também em escolas de vanguarda em São Paulo e Rio de Janeiro. No dia a dia, o professor organiza suas aulas pensando em como oportunizar que o aluno aprenda mais. A escola, que é bilíngue e com currículo brasileiro, trabalha com assuntos de pesquisas que surgem a partir do interesse das próprias crianças. Então, que tal aprender a adicionar e a dividir em uma deliciosa aula de culinária?

"Isso torna o aprendizado mais relevante e significativo, através de conteúdos que fazem sentido para eles. Nossa proposta é que a aprendizagem seja sempre significativa, pois é isso que fará com que ela jamais seja esquecida e seja facilmente aplicada nos desafios do dia a dia", afirma Tayana Oliveira, coordenadora pedagógica.

Inovação e futuro

A ideia das pedagogas é que os alunos sejam capazes de solucionar problemas, quaisquer que sejam. Para isso, cada criança aprende com métodos e tecnologias atuais para desenvolver habilidades e aprender a utilizar recursos disponíveis de forma criativa para solucionar os problemas do dia a dia. "Também queremos que nossos alunos se apaixonem pela aprendizagem, para que sejam pessoas curiosas e ávidas por aprender durante toda a vida", afirma a diretora pedagógica Thais Almeida.

Tayana lembra que estudos apontam que, mais de 60% das profissões que teremos em 2040 ainda não existem atualmente. Apesar de ainda não conhecer as possibilidades do futuro, o que a escola busca é que os alunos estejam em aprendizado constante, com mente aberta para o empreendedorismo. Além disso, o trabalho pedagógico busca transformar os pequenos em adultos sem medo de utilizar a criatividade e experimentar novos caminhos.

Sendo assim, as duas educadoras reúnem seu projeto de futuro em três pilares: criatividade, empreendedorismo e busca constante por conhecimento. A ideia é que a escola se transforma em um espaço afetivo para as crianças, onde ela pode sentir-se livre para explorar e expor suas ideias. Quando a gente ama, é muito mais fácil aprender.


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