Segunda-Feira, 25 de junho de 2018


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Cantanhede

Prefeito Ruivo mais uma vez enrolado no MP; 6ª ação em 1 ano e 6 meses de governo

A nova ação movida pelo promotor de justiça Tiago Carvalho, com pedido de tutela, se baseia em denúncia da empresa Civan Construtora e Incorporadora Vanguarda LTDA-EPP, sobre a inclusão de cláusulas ilegais no edital da Tomada de Preços nº 005/2018.


06/06/2018 13h19 - Atualizado em 06/06/2018 16h45


Em outra ação, o Promotor Tiago Rohrr pediu o afastamento do prefeito Ruivo da função (Foto/Montagem: Blog do Domingos Costa)

O prefeito de Cantanhede, Marco Antônio, o Ruivo, é alvo de mais uma ação movida pelo Ministério Público, totalizando 6 desde que assumiu o mandato em janeiro de 2017.

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Desta vez, o Ministério Público do Maranhão (MPMA) requereu, em 23 de maio, a suspensão e anulação de um procedimento licitatório de R$ 924,8 mil, realizado pelo Município de Cantanhede para construção, recuperação e manutenção de estradas vicinais.

A solicitação foi feita pelo promotor de justiça Tiago Carvalho Rohrr, em Ação Civil Pública com pedido de tutela, com base em denúncia da empresa Civan Construtora e Incorporadora Vanguarda LTDA-EPP, sobre a inclusão de cláusulas ilegais no edital da Tomada de Preços nº 005/2018, exigindo visita prévia de engenheiros ao local das obras.

No edital, também consta uma cláusula exigindo atestados das empresas de que visitaram o local das obras. Outro artigo determina que a visita deve ser feita de segunda a sexta, ao meio dia, em até três dias após a abertura da licitação.

Restrição à Competitividade

Para o MPMA, as exigências dificultam a participação de eventuais interessados, restringindo a competitividade entre as empresas e ferindo o princípio constitucional da competitividade da Administração Pública. Ainda de acordo com o promotor de justiça, a vistoria ao local da obra é somente admitida nos casos em que haja justificativa técnica.

“A obrigação de vistoria ao local da obra pode se caracterizar como restrição à competitividade, prejudicando empresas que têm suas sedes em locais mais distantes”, enfatiza Rohrr.

A multa por descumprimento sugerida é de R$ 10 mil diários, cujo montante deve incidir sobre o patrimônio pessoal do prefeito Marco Antônio Rodrigues de Sousa.


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